sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

Não existe alguém
que nunca teve um professor na vida,

Assim como não há ninguém
Que nunca tenha tido um aluno.

Se existem analfabetos,
Provavelmente não é por vontade dos professores.

Se existem letrados,
É porque um dia tiveram seus professores.

Se existe Prêmio Nobel,
É porque alunos superaram seus professores.

Se existem grandes sábio,
É porque transcenderam suas funções de professores.

Quanto mais se aprende, mais se quer ensinar.
Quanto mais se ensina, mais se quer aprender.

Içami Tiba   

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domingo, 11 de novembro de 2018

Trabalhando a Consciência Negra



          Neste mês de novembro é trabalhado o mês da consciência negra, com a turma do estágio vou trabalhar sobre a pintora Francina Ndimande. Francina é uma mulher africana, nascida na África do Sul num local chamado Weltevreden, em 1940. Ela produz diversos tipos de arte, sendo o principal, a pintura de formas geométricas e um padrão muito lindo de se ver. Com essas formas, ela desenha muitos outros objetos, e colore-os com cores mais ácidas e é bem característico de sua autoria.

         Essa mulher foi uma das mais importantes artistas para a tribo e para a arte Ndebele, fora sua contribuição para as artes plásticas, Ndimande conta com participações de sua filha na pintura e criação de sua arte.

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TURMA 52


           A turma tem diferentes tipos de interesse, são criativos, comunicativos, autônomos, questionadores e inteligentes, mas não seguem regras, eles não possuem empatia com os colegas. A proposta pedagógica é a aprendizagem através da pesquisa e experimentação. A professora da sala é formada em orientação educacional e pedagogia em licenciatura plena.
          Todos tem seu grupo de estudo definidos não aceitam novos membros. Na turma tem três alunos de inclusão: um com síndrome de down que é atendido pela estagiária, uma com dislexia e outra com retardo leve que são atendidas por mim, pois também sou Teb (Técnica em Educação Básica), quando não estava fazendo o estágio. 
            São ao total 29 alunos, sendo a maioria de meninas, idades entre 10 e 13 anos, tendo dois alunos repetentes. 
            Todos já tem seu grupo formado e muitos não aceitam os alunos de inclusão em seus grupos. Esse é um dos motivos que vou fazer meu TCC, vinculado ao fato que os alunos de inclusão quase sempre são deixados de lado, pois não fazem parte do mundo "normal"  deles. 

segunda-feira, 5 de novembro de 2018




AVALIAÇÃO

            Para avaliar é necessário acompanhar a evolução de conhecimento do aluno. A criança tem seu próprio jeito de pensar, e o professor como mediador ajuda no processo de aquisição de conhecimento.
Nas palavras de Hoffmann (1993):

A Avaliação é essencial à educação. Inerente e indissociável enquanto concebida como problematização, questionamento, reflexão sobre ação [...] Um professor que não avalia constantemente a ação educativa, no sentido indagativo, investigativo do termo, instala sua docência em verdades absolutas, pré-moldadas e terminadas. (HOFFMANN, 1993, p.17).

            Na minha escola o que é avaliado, além de nota, tem seminário participativo do aluno, trabalhos e o comportamento dos alunos, recebendo notas pelo qualitativo. A escola sempre busca o melhor para os alunos, temos conselho de classe todos os trimestres para avaliar o desempenho dos alunos.



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A ESCOLA



            Meu estágio será na escola Tancredo de A. Neves em Canoas, a escola compromete-se com o desenvolvimento integral do educando, buscando enxerga-lo com suas individualidades, uma vez que temos consciência da heterogeneidade apresentada nas turmas e da necessidade de se explorar o potencial de cada um, respeitando suas diferenças. Aprender e ensinar são processos inseparáveis.
            A escola tem o propósito de incluir verdadeiramente todos os alunos no contexto, oportunizando a estes espaços de aprendizagens e trocas. Como afirma Vygotsky citado por Negrine (1994), “muitas coisas que o indivíduo ainda não consegue realizar sozinho, ele pode fazê-las com a ajuda do outro, favorecendo o crescimento pessoal e potencial nesta interação entre iguais”. Assim, vemos que não só o professor, mas também as convivências entre os colegas beneficiam a aprendizagem, tornando visível a função social da escola no desenvolvimento de seus educandos.
            É considerado muito importante que as áreas do conhecimento sejam trabalhadas em conjunto, pois a interdisciplinaridade vem ao encontro do que se pretende quando pensamos em plano de resgate à fragmentação do ensino.
            Enquanto educadores, sabemos que até pela diversidade existente no âmbito escolar seria impossível uma única metodologia para ensinar todos os alunos, a escola precisa ter clareza dos seus propósitos enquanto ambiente educativo. O trabalho em conjunto dos educadores influencia de forma positiva a integração das disciplinas e o trabalho docente.



ESTÁGIO OBRIGATÓRIO



                Voltando com as atividades do blog bem atrasada, pois este semestre é o estágio obrigatório. O Estágio Supervisionado demonstra que a educação é uma busca constante de conhecimentos. O estágio é importante na vida de todo educador, pois é o impulso/mola mestra que dirá se estaremos preparados ou não para enfrentar a realidade da sala de aula.    Nesse momento é que refletimos sobre nossa ação-reflexão-ação, compreendendo que o ato de educar vai muito mais do que simplesmente transmitir conhecimento, precisa-se que o processo de educação seja pensado, refletido. Palavras de Freire (2002, p. 18) diz que “é pensando criticamente a prática de ou de ontem que se pode melhorar a próxima prática”.


segunda-feira, 11 de junho de 2018


desigualdade socialResultado de imagem para carências de valores, hábitos e moralidades (ARROYO, 2013).

         A desigualdade social tem sido cada vez mais intensa na sociedade e nas relações que a constituem, sendo necessário que a visão moralizante que constitui a pobreza seja superada, pois os pobres não são assim constituídos por escolha. Pelo contrário, o que mais lhes faltam são oportunidades que permitirão escolher e traçar caminhos.
            Diante da compreensão dessa realidade, entende-se que a pobreza está presente na vida da maioria das pessoas, das famílias que matriculam seus filhos nas escolas públicas, dos alunos que frequentam aulas no ensino regular. Por isso, acredita-se que a escola, por meio dos currículos e da prática docente, precisa discutir essa temática, afinal, trata-se de um produto que é resultado da estrutura da sociedade. Nesse sentido, a escola pode proporcionar uma análise crítica da realidade, mostrando as condições históricas e sociais que resultaram na desigualdade social em que se vive.
            Contudo, a pobreza tem sido vista pelos currículos como carência, sendo a carência material resultado das carências de conhecimento, de competências, carências de valores, hábitos e moralidades (ARROYO, 2013). E, assim, a escola não tem assumido o seu papel de proporcionar o pleno conhecimento da realidade, inclusive, da condição social dos seus alunos.
            Na escola em que atuo, não se faz distinção do aluno seja por raça, cor, financeiro...todos são iguais, não há crianças em condições de vulnerabilidade social.
            Como nos coloca Arroyo:
Diante da barbárie com que a infância e a adolescência populares são tratadas, o primeiro  gesto deveria ser ver  nelas a imagem da barbárie social.  A infância revela os limites para sermos humanos em uma economia que se tornou inumana. (ARROYO, 2004, p. 17)
       Erradicação da pobreza, crescimento econômico e sustentabilidade formam o tripé para a construção de um planeta mais sustentável nos próximos 15 anos. Para o cumprimento dos Objetivos Globais e a erradicação da pobreza, a participação de governos, setor privado, academia e sociedade civil é fundamental.

Referência
ARROYO, Miguel Gonzalez.CALDART, Roseli Salete.Por uma Educação do Campo.Mônica Castagna Molina, (organizadores).Petrópolis, RJ: Vozes, 2004.