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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

SOCIEDADE NÃO TÃO INCLUSIVA


            Até 1979 as pessoas de inclusão eram invisíveis para a sociedade, mas com o advento do Movimento Político das Pessoas com Deficiência no Brasil, foi mudando aos poucos o pensamento do povo.

            Ainda hoje temos pessoas que não conseguem lidar com crianças da inclusão, elas tem aversão ou "medo", o que falta para muitos é estudar e entender este mundo tão complexo e diferente da inclusão, todos tem sua particularidade. As crianças não são um "bicho" para serem domesticadas, elas só querem ser entendidas. Por exemplo, ao estudar Libras podemos entender um pouco de como lidar com o surdo, pois é fascinante e intrigante. Já o cego é o saber lidar como se fazer entender, pois eles tem a audição mais sensível. E em sala de aula procurar trabalhar com a reglete e o caderno de braile, mas é bem difícil entender a escrita braile. Temos também os diversos níveis de autista, onde cada um é um ser humano diferente, tem o autista que não fala e não aprende, o outro que fala e escreve, vários níveis, você só vai saber lidar com eles quando começar a trabalhar e ensinar o que eles conseguem fazer. Já o PC é mais difícil a aprendizagem, pois ele apenas vai socializar em sala de aula com as outras crianças. Também temos os diversos níveis de Síndrome de Down, uns com maior dificuldade de aprendizagem e outros que você consegue trabalhar e ensinar. Sem falar no cadeirante, o retardo mental, TDAH e assim muitos outros...
Resultado de imagem para paulo freire sobre inclusão

Temos o dever de incluir e não excluir.

sábado, 24 de setembro de 2016


Língua escrita e oral: Não se fala como se escreve

"Português é fácil de aprender porque é uma língua que se escreve exatamente como se fala."
Pois é. U purtuguêis é muinto fáciu di aprender, purqui é uma língua qui a genti iscrevi ixatamenti cumu si fala. Num é cumu inglêis qui dá até vontadi di ri quandu a genti discobri cumu é qui si iscrevi algumas palavras. Im purtuguêis não. É só prestátenção. U alemão pur exemplu. Qué coisa mais doida? Num bate nada cum nada. Até nu espanhol qui é parecidu, si iscrevi muinto diferenti. Qui bom qui a minha língua é u purtuguêis. Quem soubé falá sabi iscrevê.
O comentário é do humorista Jô Soares, para a revista Veja. Ele brinca com a diferença entre o português falado e escrito. Na verdade, em todas as línguas, as pessoas falam de um jeito e escrevem de outro. A fala e a escrita são duas modalidades diferentes da língua e é com esse fato que o Jô brincou.
Na língua escrita há mais exigências, em relação às regras da gramática normativa. Isso acontece porque, ao falar, as pessoas podem ainda recorrer a outros recursos para que a comunicação ocorra - pode-se pedir que se repita o que foi dito, há os gestos, etc. Já na linguagem escrita, a interação é mais complicada, o que torna necessário assegurar que o texto escrito dê conta da comunicação.
A escrita não reflete a fala individual de ninguém e de nenhum grupo social. Por essa razão, a fala e a escrita exigem conhecimentos diferentes. A maioria de nós, brasileiros, falamos, por exemplo, "Eli me ensinô". O português na variante padrão exige, no entanto, que se escreva assim: "Ele me ensinou". Essas diferenças geram muitos conflitos.


http://educacao.uol.com.br/disciplinas/portugues/lingua-escrita-e-oral-nao-se-fala-como-se-escreve.htm

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

MEMÓRIAS E ESQUECIMENTOS




Nossa memória tem a capacidade para adquirir, codificar, conservar e recuperar informações. Toda a informação da aquisição implica a codificação dos dados informativos, isto é, a sua transformação de modo a poder ser armazenada na memória. O esquecimento é a incapacidade de recordar, recuperar dados, informações, experiências que foram memorizadas. A memória e o esquecimento são processos cognitivos bastante complexos.