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domingo, 26 de junho de 2016




Pitágoras e a Música







Nenhum músico teve tanta importância no período clássico quanto Pitágoras. Conforme conta a lenda, Pitágoras foi guiado pelos deuses na descoberta das razões matemáticas por trás dos sons depois de observar o comprimento dos martelos dos ferreiros. A ele é creditado a descoberta do intervalo de uma oitava como sendo referente a uma relação de frequência de 2:1, uma quinta em 3:2, uma quarta em 4:3, e um tom em 9:8. Os seguidores de Pitágoras aplicaram estas razões ao comprimento de fios de corda em um instrumento chamado cânon, ou monocorda, e, portanto, foram capazes de determinar matematicamente a entonação de todo um sistema musical. Os pitagóricos viam estas razões como governando todo o Cosmos assim como o som, e Platão descreve em sua obra, Timeu, a alma do mundo como estando estruturada de acordo com estas mesmas razões. Para os pitagóricos, assim como para Platão, a música se tornou uma natural extensão da matemática, bem como uma arte. A matemática e as descobertas musicais de Pitágoras foram, desta forma, uma crucial influência no desenvolvimento da música através da idade média na Europa.




http://www.minerva.uevora.pt/publicar/pitagoras/Ramos.htm


terça-feira, 10 de maio de 2016



MÚSICA NA ALMA

Nossa alma fica leve ao ouvir uma boa música, e fala com nosso cérebro: direto ao sistema límbico (responsável por nossas emoções, motivação e afetividade).
Sekeff fala que: A linguagem musical não é somente um recurso de combinação e exploração de ruídos, sons e silêncios, é também um recurso de expressão (sentimentos, ideias, valores, cultura e ideologias), de comunicação (do indivíduo com ele mesmo e com o meio que o circunda), da gratificação (psíquica, emocional, artística), de mobilização (física, motora, afetiva, intelectual), e também de autorrealização (o indivíduo com aptidões artístico-musicais, que mais cedo ou mais tarde as direciona a um fazer pelo qual se realiza), ou simplesmente de apreciação, vivendo o prazer da escuta (2003, p.13).  
A autora se refere a capacidade educativa da música, tendo na linguagem musical um referencial mais abrangente e lapidado onde propõe um significado mais amplo da música.
"Sem música, a vida seria um erro". Friedrich Nietzsche