sábado, 12 de novembro de 2016



EXPERIÊNCIA DE CIÊNCIAS


        Esta experiência mistura um sólido com um líquido para produzir um gás, provocando assim uma reação química.

        Tenha em mãos um (1) balão, uma garrafa pequena de plástico, duas (2) colherinhas de bicarbonato de sódio, ¼ de xícara de vinagre.

        Coloque dentro do balão o bicarbonato e dentro da garrafa coloque o vinagre, depois prenda o balão no gargalo da garrafa, o bicarbonato vai cair dentro.

        Quando isso acontece o balão vai inflando, porque o bicarbonato se misturou com o vinagre. Pesquisando notei que formou um gás, chamado de monóxido de carbono. E ao tocar na superfície do balão notei que estava quente, porque nesse tipo de reação química o calor é desprendido, ou seja, resultando em energia.

Claro, que quando eu fiz procurei todas as explicações para a reação química do experimento.
        Não tenho como fazer com os alunos, pois não tenho turma fixa, os meus alunos são de inclusão.
        Mais do que isso, se está programando uma festa e não sabe como encher os balões sem perder o fôlego, faça esse experimento.

       Resultado de imagem para baloes

sábado, 15 de outubro de 2016

COMO AJUDO MEU ALUNO AUTISTA NA MATEMÁTICA


     Quando vou trabalhar matemática com meu aluno autista, procuro ensinar da melhor forma possível incentivando-o a reconhecer os números e na sequência lógica. Por exemplo: fiz uma cartolina onde coloquei os números de 1 até 20 e nas tampinhas de garrafas colei folhas com os números. Ele tem que associar as tampinhas com os números e colocá-los na sequência certa. Fico muito feliz e realizada pois ele consegue fazer tudo com perfeição. E assim eu ajudo meu aluno a ser inserido num universo que para ele é estranho e desconexo. 








q

q
ESCOLAS GAIOLAS OU ASAS?

Resultado de imagem para O QUE SOMOS ESCOLAS GAIOLAS OU ASAS?




       Quando Rubem Alves fala que existem escolas gaiolas, ele quer fazer-se entender que o aluno está aprisionado dentro de suas limitações, e que seus pensamentos não podem voar, porque eles estão limitados a apenas obedecer e não terem opinião própria.

       E quando fala que são asas, ele não limita o pensamento da criança, ele deixa o aluno a ter coragem de expressar sua opinião, encorajando o aluno a formar pensamento crítico.
       Mas o que e eu vejo hoje em dia é que temos que também dar limites para os nossos alunos, senão, a sala de aula vira uma bagunça, uma desordem onde a palavra do professor tem de ser mais alta que a dos alunos, sim, temos que dar asas a imaginação, fazer com que os alunos busquem  o saber, o conhecimento dentro das disciplinas em sala de aula.
      Não devemos engaiolá-los, mas também não devemos deixá-los soltos e sim dar limitações dentro dessas duas vertentes.


AVE MARIA DO GAÚCHO

Teixeirinha

Ave Maria do Gaúcho quando ele sai campo a fora          
Também reza um Padre-Nosso pede pra Nossa Senhora
Pra livrar raio e trovoada temporal vem sem demora
A chinoca lá no rancho também reza nesta hora
Ele apressa sua tropa era boi vamos embora

“Virgem-Santa ouve as preces que ele rezou com fervor
o temporal já se espalha e o céu já muda de cor
ele tira o seu chapéu olha o céu do Redentor
obrigado Virgem-Santa
obrigado meu Senhor
posso voltar pro meu rancho
ver a china meu amor"

Na planície ou na coxilha lá vai um gaúcho andando
Muitas vezes numa restinga tem uma cobra esperando
No estouro de uma tropa ou um boi brabo avançando
Na rodada de um cavalo ou um furacão roncando
Pra livrar destes perigos Ave-Maria vai rezando: era boi!

Primeira prenda do céu Santa-Virgem Imaculada
Protege o gaúcho andando na coxilha ou na canhada
E assim ele prossegue chegar ao fim da jornada
Entra no rancho cantando com a bolsa recheada
Para agradecer a Virgem reza junto a sua amada
Ave-Maria, Ave-Maria abençoada.


Essa oração é muito linda, mas poucos conhecem. Podemos trabalhar em sala de aula com os alunos e mostrar a diversidade de cada oração. Trabalhamos com essa oração todas as disciplinas em sala de aula.

Referências: http://www.fegaucha.com.br/oracoes.htm


domingo, 25 de setembro de 2016



ESCREVER BEM


Para escrever bem temos que observar os seguintes itens:

CLAREZA: um texto fácil de ser compreendido ou entendido, compreensível;

COERÊNCIA: colocação dos elementos textuais que, embora possuindo significados diferentes, são interligados de modo a fazer com que um texto possua sentido completo, tornando-se claro e compreensível: coerência textual;

PRECISÃO: escolha perfeita das palavras e frases para demonstrar uma opinião ou pensamento;

CONCISÃO: qualidade de quem fala ou escreve com clareza e de modo breve; brevidade, precisão: a concisão caracteriza um bom texto.

OBJETIVIDADE: estado ou qualidade do que é objetivo;

CRIATIVIDADE: Originalidade; qualidade da pessoa criativa, de quem tem capacidade, inteligência e talento para criar, inventar ou fazer inovações na área em que atua;


COESÃO: uso correto dos aspectos gramaticais que conectam os elementos de um texto, tornando-o claro e compreensível.


Resultado de imagem para como escrever bem

sábado, 24 de setembro de 2016


Língua escrita e oral: Não se fala como se escreve

"Português é fácil de aprender porque é uma língua que se escreve exatamente como se fala."
Pois é. U purtuguêis é muinto fáciu di aprender, purqui é uma língua qui a genti iscrevi ixatamenti cumu si fala. Num é cumu inglêis qui dá até vontadi di ri quandu a genti discobri cumu é qui si iscrevi algumas palavras. Im purtuguêis não. É só prestátenção. U alemão pur exemplu. Qué coisa mais doida? Num bate nada cum nada. Até nu espanhol qui é parecidu, si iscrevi muinto diferenti. Qui bom qui a minha língua é u purtuguêis. Quem soubé falá sabi iscrevê.
O comentário é do humorista Jô Soares, para a revista Veja. Ele brinca com a diferença entre o português falado e escrito. Na verdade, em todas as línguas, as pessoas falam de um jeito e escrevem de outro. A fala e a escrita são duas modalidades diferentes da língua e é com esse fato que o Jô brincou.
Na língua escrita há mais exigências, em relação às regras da gramática normativa. Isso acontece porque, ao falar, as pessoas podem ainda recorrer a outros recursos para que a comunicação ocorra - pode-se pedir que se repita o que foi dito, há os gestos, etc. Já na linguagem escrita, a interação é mais complicada, o que torna necessário assegurar que o texto escrito dê conta da comunicação.
A escrita não reflete a fala individual de ninguém e de nenhum grupo social. Por essa razão, a fala e a escrita exigem conhecimentos diferentes. A maioria de nós, brasileiros, falamos, por exemplo, "Eli me ensinô". O português na variante padrão exige, no entanto, que se escreva assim: "Ele me ensinou". Essas diferenças geram muitos conflitos.


http://educacao.uol.com.br/disciplinas/portugues/lingua-escrita-e-oral-nao-se-fala-como-se-escreve.htm

     
Pensando

        O que irei escrever, nada me vem na mente, deveria estar agora passeando, visitando meu filho, mas estou aqui, em casa escrevendo "ou tentando". Agora olhando a televisão apareceu uma imagem muito bonita, aí eu fiquei pensando: como seria bom estar agora em um lugar tranquilo, numa cabana, lendo um bom livro, bebendo vinho, sonhando acordada...enfim, viver um sonho.


"Falar sem aspas, amar sem interrogação, sonhar com reticências, viver sem ponto final".
                                                                                                                                   Charles Chaplin 

Resultado de imagem para pensamento