quinta-feira, 12 de outubro de 2017

A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO SEGUNDO JEAN PIAGET

Jean Piaget nasce na Suíça em 1896. Aos 10 anos publica em 1907 um artigo com estudos sobre um pardal branco que ele observava em um jardim público. No ano de 1919, começa a trabalhar com testes de inteligência infantil. Intrigado com as respostas incorretas das crianças, começa a trabalhar no exame dos processos de raciocínio subjacentes a essas respostas. Piaget descobriu que as crianças não pensavam como adultos. Depois de muitas interações com crianças, começou a suspeitar que atrás das declarações aparentemente sem lógica existiam processos de pensamento que possuíam uma ordem e uma lógica própria. As ideias de Piaget abriram uma nova perspectiva  nos estudos da mente. Ao fim de quase 75 anos de trabalho, Piaget tinha desenvolvido, uma teoria cognitiva e o que veio a ser chamada de epistemologia genética. Ainda que ele não tivesse proposto uma reforma educacional, liderou um modo de pensar sobre as crianças que forneceu a base para movimentos de reforma educacional recentes. 
Piaget influenciou gerações de educadores com sua crença de que as crianças não são depósitos vazios que devem ser enchidos com conhecimento (conforme a pedagogia tradicional), mas sim construtores ativos de conhecimento, pequenos cientistas que estão constantemente criando e testando suas próprias teorias sobre o mundo.  


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quinta-feira, 5 de outubro de 2017


"O impacto das redes sociais na vida das pessoas" de Leandro Karnal

Os seres humanos estão cada vez mais dependentes da tecnologia, e as redes sociais fazem parte desta dependência.

O vídeo de Leandro Karnal chama a atenção por ser direto e conciso. Cito alguns pontos que chamaram a minha atenção.

§ “O Mito da Caverna” de Platão – onde os seres humanos tem uma visão distorcida da realidade. No mito, os prisioneiros somos nós que enxergamos e acreditamos apenas em imagens criadas pela cultura, conceitos e informações que recebemos durante a vida. A caverna simboliza o mundo, pois nos apresenta imagens que não representam a realidade. Só é possível conhecer a realidade, quando nos libertamos destas influências culturais e sociais, ou seja, quando saímos da caverna.

§ A centralização do indivíduo, o narcisismo é uma caraterística atual do ser humano.

§ A internet popularizou a capacidade de acesso à informação.

§ Humberto Eco fala que a internet divulga informação e não formação.

§ Século XXI: era da individualidade.

§ Sociedade com déficit de atenção; estamos viciados em tecnologia, mais precisamente em redes sociais.

Tomaél, Alcará e Di Chiara (2015, p.93) possuem uma citação interessante que cabe à esta discussão: 

"As pessoas estão inseridas na sociedade por meio das
relações que desenvolvem durante toda sua vida, primeiro
no âmbito familiar, em seguida na escola, na comunidade
em que vivem e no trabalho; enfim, as relações que as
pessoas desenvolvem e mantêm é que fortalecem a esfera
social. A própria natureza humana nos liga a outras
pessoas e estrutura a sociedade em rede".
Mas o que são as redes sociais? De acordo com Marteleto (apud Tomaél, Alcará e Di Chiara, 2015), redes sociais podem ser entendidas como "um conjunto de participantes autônomos, unindo ideias e recursos em torno de valores e interesses compartilhados”. É relevante citar também que as "como um espaço de interação, a rede possibilita, a cada conexão, contatos que proporcionam diferentes informações, imprevisíveis e determinadas por um interesse que naquele momento move a rede, contribuindo para a construção da sociedade e direcionando-a".
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domingo, 1 de outubro de 2017






PALAVRAS DE ORIGEM AFRICANA




O trabalho visa montar, em cada turma, um dicionário ilustrativo sobre as palavras de origem Africana. Primeiramente entreguei para os alunos várias palavras de origem Africana, cada um teve que escolher uma e pesquisar sobre o nome escolhido, sem esquecer da ilustração. É importante apresentar aos alunos o significado de algumas palavras. Por exemplo, o termo "axé", popularmente conhecido como um estilo musical, representa a força mística dos orixás, as divindades de religiões africanas ou afro-brasileiras.
Alguns exemplos:






terça-feira, 19 de setembro de 2017

         
PRECONCEITO

           A palavra preconceito é etimologicamente constituída  por duas partes diferentes: pré, que dá ideia de algo anterior, antecedente, que existe de forma primária, primeira, precedente; e conceito, aquilo que se entende ou compreende em respeito de algo, derivado do latim conseptus, que se refere à construção ideal do ser ou de objetos apreensíveis cognitivamente. A ideia do preconceito refere-se, então, a um conceito formado de forma anterior ou antecedente à constatação dos fatos, utilizando-se de características julgadas universais, sendo atribuíveis a todos que se encaixam na categoria referida, ou implícitas, naturais ao objeto que é dirigida.
          Trata-se, por conseguinte, de uma opinião que é dada sobre algo ou alguém sem fundamento ou análise crítica, o que acontece quando se conhece mal ou não se conhece de todo essa coisa/pessoa.          Tenho um colega da escola que já sofreu várias vezes preconceito. Os fatos aqui relatados são todos sofridos por ele, que são: colegas relatando que não são racistas mas que não tolerarão se seus filhos casarem com negros, ou seja, para eles ser negro é um defeito tal como não quero um genro agressivo, preguiçoso, vagabundo ou negro. Na rua, tem um monte de gente parada em um cruzamento e, até hoje, quando alguém olha para o lado e me vê -um negro- dá um passo para o lado e/ou aperta a mão na bolsa. Quando alguém não acha algo, logo brincam "Foi o Rodrigo. É o único negrinho aqui." 
          Por mais que seja realmente brincadeira, este discurso reafirma o negro como ladrão e dissemina esta fala a outros como uma verdade inquestionável. 
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domingo, 17 de setembro de 2017

SEMANA FARROUPILHA


            A Semana Farroupilha é um momento especial de culto às tradições gaúchas, transcendendo o próprio Movimento Tradicionalista Gaúcho. Ela envolve praticamente toda a população do Estado, se não fisicamente nos locais organizados para festejos, participando das iniciativas do comércio, dos serviços públicos, das instituições financeiras ou das indústrias.
            As comemorações da Revolução Farroupilha - o mais longo e um dos mais significativos movimentos de revoltas civis brasileiros, envolvendo em suas lutas os mais diversos segmentos sociais - relembra a Guerra dos Farrapos contra o Império, de 1835 a 1845. O Marco Inicial ocorreu no amanhecer de 20 de setembro de 1835. Naquele dia, liderando homens armados, Gomes Jardim e Onofre Pires entraram em Porto Alegre pela Ponte da Azenha.

            A data e o fato ficaram registrados na história dos sul-rio-grandenses como o início da Revolução Farroupilha. Nesse movimento revolucionário, que teve duração de cerca de dez anos e mostrava como pano de fundo os ideais liberais, federalistas e republicanos, foi proclamada a República Rio-Grandense, instalando-se na cidade de Piratini a sua capital.
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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

APRENDIZAGEM

            Aprendizagem é um processo de mudança de comportamento obtido através da experiência construída por fatores emocionais, neurológicos, relacionais e ambientais.          Aprender é o resultado da interação entre estruturas mentais e o meio ambiente. De acordo com a nova ênfase educacional, centrada na aprendizagem, o professor é coautor do processo de aprendizagem dos alunos. Nesse enfoque centrado na aprendizagem, o conhecimento é construído e reconstruído continuamente.
http://educador.brasilescola.uol.com.br  

SOCIEDADE NÃO TÃO INCLUSIVA


            Até 1979 as pessoas de inclusão eram invisíveis para a sociedade, mas com o advento do Movimento Político das Pessoas com Deficiência no Brasil, foi mudando aos poucos o pensamento do povo.

            Ainda hoje temos pessoas que não conseguem lidar com crianças da inclusão, elas tem aversão ou "medo", o que falta para muitos é estudar e entender este mundo tão complexo e diferente da inclusão, todos tem sua particularidade. As crianças não são um "bicho" para serem domesticadas, elas só querem ser entendidas. Por exemplo, ao estudar Libras podemos entender um pouco de como lidar com o surdo, pois é fascinante e intrigante. Já o cego é o saber lidar como se fazer entender, pois eles tem a audição mais sensível. E em sala de aula procurar trabalhar com a reglete e o caderno de braile, mas é bem difícil entender a escrita braile. Temos também os diversos níveis de autista, onde cada um é um ser humano diferente, tem o autista que não fala e não aprende, o outro que fala e escreve, vários níveis, você só vai saber lidar com eles quando começar a trabalhar e ensinar o que eles conseguem fazer. Já o PC é mais difícil a aprendizagem, pois ele apenas vai socializar em sala de aula com as outras crianças. Também temos os diversos níveis de Síndrome de Down, uns com maior dificuldade de aprendizagem e outros que você consegue trabalhar e ensinar. Sem falar no cadeirante, o retardo mental, TDAH e assim muitos outros...
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Temos o dever de incluir e não excluir.