domingo, 25 de setembro de 2016



ESCREVER BEM


Para escrever bem temos que observar os seguintes itens:

CLAREZA: um texto fácil de ser compreendido ou entendido, compreensível;

COERÊNCIA: colocação dos elementos textuais que, embora possuindo significados diferentes, são interligados de modo a fazer com que um texto possua sentido completo, tornando-se claro e compreensível: coerência textual;

PRECISÃO: escolha perfeita das palavras e frases para demonstrar uma opinião ou pensamento;

CONCISÃO: qualidade de quem fala ou escreve com clareza e de modo breve; brevidade, precisão: a concisão caracteriza um bom texto.

OBJETIVIDADE: estado ou qualidade do que é objetivo;

CRIATIVIDADE: Originalidade; qualidade da pessoa criativa, de quem tem capacidade, inteligência e talento para criar, inventar ou fazer inovações na área em que atua;


COESÃO: uso correto dos aspectos gramaticais que conectam os elementos de um texto, tornando-o claro e compreensível.


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sábado, 24 de setembro de 2016


Língua escrita e oral: Não se fala como se escreve

"Português é fácil de aprender porque é uma língua que se escreve exatamente como se fala."
Pois é. U purtuguêis é muinto fáciu di aprender, purqui é uma língua qui a genti iscrevi ixatamenti cumu si fala. Num é cumu inglêis qui dá até vontadi di ri quandu a genti discobri cumu é qui si iscrevi algumas palavras. Im purtuguêis não. É só prestátenção. U alemão pur exemplu. Qué coisa mais doida? Num bate nada cum nada. Até nu espanhol qui é parecidu, si iscrevi muinto diferenti. Qui bom qui a minha língua é u purtuguêis. Quem soubé falá sabi iscrevê.
O comentário é do humorista Jô Soares, para a revista Veja. Ele brinca com a diferença entre o português falado e escrito. Na verdade, em todas as línguas, as pessoas falam de um jeito e escrevem de outro. A fala e a escrita são duas modalidades diferentes da língua e é com esse fato que o Jô brincou.
Na língua escrita há mais exigências, em relação às regras da gramática normativa. Isso acontece porque, ao falar, as pessoas podem ainda recorrer a outros recursos para que a comunicação ocorra - pode-se pedir que se repita o que foi dito, há os gestos, etc. Já na linguagem escrita, a interação é mais complicada, o que torna necessário assegurar que o texto escrito dê conta da comunicação.
A escrita não reflete a fala individual de ninguém e de nenhum grupo social. Por essa razão, a fala e a escrita exigem conhecimentos diferentes. A maioria de nós, brasileiros, falamos, por exemplo, "Eli me ensinô". O português na variante padrão exige, no entanto, que se escreva assim: "Ele me ensinou". Essas diferenças geram muitos conflitos.


http://educacao.uol.com.br/disciplinas/portugues/lingua-escrita-e-oral-nao-se-fala-como-se-escreve.htm

     
Pensando

        O que irei escrever, nada me vem na mente, deveria estar agora passeando, visitando meu filho, mas estou aqui, em casa escrevendo "ou tentando". Agora olhando a televisão apareceu uma imagem muito bonita, aí eu fiquei pensando: como seria bom estar agora em um lugar tranquilo, numa cabana, lendo um bom livro, bebendo vinho, sonhando acordada...enfim, viver um sonho.


"Falar sem aspas, amar sem interrogação, sonhar com reticências, viver sem ponto final".
                                                                                                                                   Charles Chaplin 

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domingo, 26 de junho de 2016




Pitágoras e a Música







Nenhum músico teve tanta importância no período clássico quanto Pitágoras. Conforme conta a lenda, Pitágoras foi guiado pelos deuses na descoberta das razões matemáticas por trás dos sons depois de observar o comprimento dos martelos dos ferreiros. A ele é creditado a descoberta do intervalo de uma oitava como sendo referente a uma relação de frequência de 2:1, uma quinta em 3:2, uma quarta em 4:3, e um tom em 9:8. Os seguidores de Pitágoras aplicaram estas razões ao comprimento de fios de corda em um instrumento chamado cânon, ou monocorda, e, portanto, foram capazes de determinar matematicamente a entonação de todo um sistema musical. Os pitagóricos viam estas razões como governando todo o Cosmos assim como o som, e Platão descreve em sua obra, Timeu, a alma do mundo como estando estruturada de acordo com estas mesmas razões. Para os pitagóricos, assim como para Platão, a música se tornou uma natural extensão da matemática, bem como uma arte. A matemática e as descobertas musicais de Pitágoras foram, desta forma, uma crucial influência no desenvolvimento da música através da idade média na Europa.




http://www.minerva.uevora.pt/publicar/pitagoras/Ramos.htm


domingo, 19 de junho de 2016



LEITURA E LEITORES



          Ler é adquirir conhecimento.Todo ser humano deveria ter acesso
à leitura desde pequeno, pois é lendo que aprendemos a
escrever melhor: vamos para um mundo paralelo, e o saber fica
mais amplo.

          Além disso, a leitura nos ensina a ter o domínio da língua
portuguesa, a ser bom ouvinte, ter boa comunicação verbal e
escrita, boa redação, facilidade de comunicação e escrever um
bom texto.


Como afirma Marisa Lajolo:


"Em algumas sociedades, leitura e escrita eram privilégio de sacerdotes ou de governantes. Nas sociedades ocidentais - entre elas a nossa - embora tivessem nascido e se fortalecido na esteira da administração governamental e da catequese cristã, escrita e leitura muito cedo ganharam usos cotidianos. Assim, além de repartições de governo, altares e púlpitos de igrejas, ambientes domésticos como salas de costura e varandas de fazendas, ao lado de pátios de hospedarias pousos de tropeiro e feiras livres transformaram-se em cenários de leitura. Nesses espaços ora públicos ora privados, mas sempre coletivos, se liam e se ouviam ler textos muito diferentes daqueles que interessavam diretamente ao governo e à Igreja. Nesses espaços lia-se ficção  (novelas, crônicas e romances) e ouvia-se poesia".

Portanto, a leitura, como prática social, é histórica.







sexta-feira, 3 de junho de 2016


O LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL
E através das brincadeiras que a criança se encontra com o mundo de corpo e alma, recebendo elemento importante para a sua vida, desde os mais insignificantes hábitos, até fatores determinantes da cultura de seu tempo.

Segundo Froebel,

A brincadeira é a atividade espiritual mais pura do homem neste estágio e, ao mesmo tempo, típica da vida humana enquanto um todo da vida natural interna no homem e de todas as coisas. Ela dá alegria, liberdade, contentamento, descanso externo e interno, paz com o mundo... A criança que brinca sempre, com determinação auto-ativa, preservando, esquecendo sua fadiga física, pode certamente tornar-se um homem determinado, capaz de auto-sacrifício para a promoção do seu bem e de outros... Como sempre indicamos, o brincar em qualquer tempo não é trivial, é altamente sério e de profunda significação. (1992, p. 55).

Através das brincadeiras, a criança mostra que é naturalmente dotada de criatividade, habilidade, imaginação e inteligência. Ela vai compreendendo o que é ser ela mesma e ao mesmo tempo, pertencer a um grupo social. 

Brincar é uma das necessidades básicas de uma criança. Brincando ela desenvolve seus músculos, sua mente, sua sensibilidade e sua coordenação motora. Uma criança, que não consegue bons resultados na sala de aula, porque já vem de casa com problemas de ajustamento e insegurança, é capaz de encontrar os jogos um bom meio para a satisfação das suas necessidades emocionais.



Em contraste, na constituição da
cultura escolar, o lúdico foi
excluído durante muito tempo,
pois o aprender não combinava...